Pó de Lua
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Nada sou
As mãos e
sentem a luz
das galáxias.
Bailam as flores.
Ouvem o vento
as almas
levam longe
o medo na velocidade
das águas.
Vou além de mim
mesmo e nada sou
quando adormeço.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário