Pó de Lua
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Noite de Febre
Embora eu fui num tempo,
onde milhares de braços
soltavam-se dos corpos.
Punhais rabiscavam
poemas entre as flores
regadas com sangue.
Pedras vermelhas
feriam lábios sem máculas,
frios e dormentes.
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