Pó de Lua

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Noite de Febre


Embora eu fui num tempo,
onde milhares de braços
soltavam-se dos corpos.

Punhais rabiscavam
poemas entre as flores
regadas com sangue.

Pedras vermelhas
feriam lábios sem máculas,
frios e dormentes.
Postado por Unknown às 17:24
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagem mais recente Postagem mais antiga Página inicial
Assinar: Postar comentários (Atom)

Arquivo do blog

  • ▼  2015 (39)
    • ►  maio (1)
    • ►  março (24)
    • ▼  fevereiro (14)
      • Rosa Bela   Rosa Bela tímida moça nordestina...
      • Nada sou As mãos e sentem a luz das galáxias. ...
      • Do amor Quando nasce o amor  bêbados perdem os ...
      • A volta   A poesia volta ao quarto das criança...
      • Rua Suja   Nos quintais da velha casa, dormia...
      • Retrato Os olhos  guardam  amarguras e saudade...
      • Jogral um raio de sol no chão de sal. descasco...
      • Oníricas No teto das casas, serpentes sugam os o...
      • Folia final Há retalhos de fantasias encharcad...
      • Desenho   no azul desenho o mundo.     po...
      • Apocalipse À beira do abismo, sinto revoltas se...
      • Noite de Febre Embora eu fui num tempo, onde mi...
      • Poema da Salvação Quero dizer contando estrelas...
      • Gosto de Sal Queres saber? Nas ruas por onde an...
Tema Marca d'água. Tecnologia do Blogger.